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O Vilipêndio vem com o intuito de fazer um som voltado para o hardcore e até que se sai bem, apesar de não trazer muita agressividade nos vocais, mais limpos e audíveis, dando uma maior ênfase nas letras da banda, que trata do cotidiano brasileiro, como ouvido em “Shangri-lá” e “A história de João H. (A lenda)”, e são usadas de forma mais “cabeça”. Já “Gosto de chegar atrasado”, traz uma letra mais inocente, porém com uma sonoridade mais “pegada” e bem hardcore. O disco segue com musicas trabalhadas, indo de momentos mais hardcore e punk rock, passando por algo mais rock’n”roll, com alguns riffs bem pesados, chegando a lembrar até bandas como o Motörhead, mas não tão sujo e thrash metal como o Motörhead é. Além disso podemos ouvir ótimos solos de guitarra, que nesse disco ficaram a cargo de dois músicos: como Marcio Bukowski e Thiago Sobral. Já o baixo ficou a cargo de Marcelo Ramiro e também do citado Marcio Bukowski. Já o baterista foi um só: Nilson Guimarães. A gravação ficou muito boa, não tão suja, mas não fazendo do som da banda algo mainstream. Uma música que é bem hardcore também e que vale a pena ser conferida é “Os excluídos”; e “As cores da rotina” já vem com guitarras mais rock’n’roll. Afinal, um disco para aqueles que curtem um hardocre não tão esporrento ou selvagem e quem grande influência do velho Rock”n”roll.

Por Valterlir Mendes

 

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