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VILIPÊNDIO
BUSCANDO SEU SEGUNDO DE GLÓRIA
O conjunto carioca está lançando seu segundo disco Um Segundo De Glória repleto de músicas mais rápidas e conteúdo sarcástico
Paula Fabri

 
 

Tempero do metal oitentista, pitadas de punk/hardcore e letras cantadas em português. Essa é a receita básica que encontramos em Um Segundo De Glória, novo álbum do grupo carioca Vilipêndio, que já está na estrada desde a virada do milênio e é formado por Ricardo Caulfield (vocal), Márcio Bukowski (baixo), Thiago Sobral (guitarra) e Alex Fersan (bateria).

Com um nome forte desses dá para se imaginar que a banda em questão não é pop. Composições que abrangem a realidade brasileira e sonoridade que mistura metal, punk (ambos principalmente dos anos 80) e influências

particulares de cada membro você tem como resultado um som bem diferente do que o costumeiro.

O que começou como um projeto em 96 se tornou a raiz do que o Vilipêndio viria a ser. No total são 11 anos na estrada e agora a banda acaba de lançar seu segundo disco. O sucessor de 15 Abismos (2001) acaba de ser finalizado e foi batizado como Um Segundo De Glória. Procurando fazer um disco mais rápido, melodioso e com riffs marcantes o conjunto - completado por Thiago Sobral (guitarra) e Alex Fersan (bateria) - gravou tudo para que tivesse um ar de ao vivo e que mostrasse a proposta do som Vilipêndio.

Além disso, esse trabalho marcou a vida de um de seus integrantes de maneira especial. O guitarrista Thiago Sobral teve com Um Segundo De Glória sua primeira experiência com gravações.

"Foi a primeira vez que gravei e foi uma grande experiência, apesar de todas as pedras no caminho. Pude entender o processo, o que é gravar um CD, aprendi a tirar os timbres do instrumento e entender como o som funciona. Houve muita criação durante a gravação, porque o disco não estava fechado e muitas músicas foram finalizadas durante o processo. Muitos solos foram improvisados porque me sinto mais à vontade improvisando. Se todos solos fossem ensaiados iriam contra minha personalidade, já que nos shows improviso muito. A gravação foi um processo difícil, mas o resultado final ficou ótimo. Apesar dos problemas com a saída de integrantes e com o clima pesado, o filho nasceu!", explicou o guitarrista Thiago Sobral.

(leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

 

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